Então, você está em busca de crédito, mas não sabe como escolher o melhor empréstimo? Explicamos os principais fatores para avaliar e comparar.

Para quitar dívidas, financiar seus estudos, bancar uma viagem, entre outras possibilidades, um fator você já sabe: o empréstimo pode ser a solução para sair do sufoco ou realizar seus sonhos, e saber qual é o melhor empréstimo oferecido no mercado é crucial. Mas, com tantas opções, não é de estranhar que muitos tenham dúvida sobre qual o melhor empréstimo oferecido.

Ainda que o produto seja o mesmo, isto é, dindim na sua conta, as linhas de crédito são bem diferentes entre si. Além das taxas, diversos outros fatores, como pré-requisitos e rapidez com que a grana é liberada, podem influenciar a sua decisão. A seguir, conheça os principais tipos de empréstimo e o que levar em conta na hora de escolher o melhor para você.

Conhecer os tipos de empréstimo é o primeiro passo!

Quem procura um empréstimo pela primeira vez se depara com uma série de nomes complicados e/ou enigmáticos. Queridinho dos brasileiros, o empréstimo pessoal é uma das modalidades mais simples e conhecidas. Mas, existem algumas outras que também permitem usar o dinheiro emprestado da forma que você quiser. Listamos abaixo as principais.

Empréstimo pessoal

O que é: uma das modalidades mais populares, é oferecido pela maior parte dos bancos e financeiras. Embora não exija nenhum bem como garantia, depende de uma análise de crédito para ser liberado ao consumidor.

Vantagens: pouco burocrática, a contratação é muito rápida. Em geral, em menos de 24 horas após a assinatura do contrato, o dinheiro já cai na sua conta. Além disso, não exige que você coloque bens como garantia e está disponível para todos, inclusive para negativados, desde que aprovados na análise de crédito.

Desvantagens: justamente por não exigir nenhuma garantia, trabalha com taxas um pouco mais altas que as de outros tipos de empréstimo. Ainda assim, as taxas de juros são bem menores que as do cheque especial e dos juros rotativos do cartão de crédito. Os parceiros da FinanZero oferecem taxas a partir de 1,9% ao mês.

Empréstimo consignado

O que é: é muito semelhante ao crédito pessoal. Contudo, a grande diferença é que as parcelas desse tipo de empréstimo são descontadas diretamente do salário, aposentadoria ou pensão.

Vantagens: como o valor da parcela é descontado antes mesmo que o beneficiário receba o salário ou benefício, os bancos e financeiras têm uma garantia maior do pagamento. Logo, as taxas de juros para este tipo de crédito costumam ser mais baixas que as do empréstimo pessoal.

Desvantagens: por lei, o valor das parcelas nunca pode ultrapassar 30% do seu salário ou benefício mensal. Isso pode dificultar a contratação de empréstimos de quantias elevadas. Além disso, está disponível somente para funcionários públicos, aposentados e pensionistas do INSS, e trabalhadores em regime CLT. Profissionais autônomos, por exemplo, não podem contratar.

Veja também – Faça a simulação do seu crédito pessoal com segurança na FinanZero!

Refinanciamento (de imóvel ou de veículo)

O que é: para contratar um refinanciamento de imóvel ou de veículo, você deixa um bem de garantia no contrato. Inclusive, a quantia liberada pode chegar a até 70% do valor avaliado do veículo e até 60% do valor do imóvel.

Vantagens: por conta da garantia, os juros costumam ser ainda mais baixos que os do crédito consignado. Dependendo do valor do bem, as quantias liberadas no empréstimo são altas e o prazo para pagamento é longo, chegando a até 20 anos!

Desvantagens: é imprescindível ter um bem quitado em seu nome (imóvel ou veículo), que deverá ser deixado como garantia de que a dívida será quitada. Em caso de inadimplência, a instituição pode iniciar o processo para leiloar o bem do cliente, a fim de pagar o que falta.

Como escolher o melhor empréstimo?

A contratação do melhor empréstimo começa com a definição da linha de crédito que mais se encaixa com o seu perfil. Mas, é importante ter em mente que a escolha não para por aí. Depois disso, a dica é comparar o maior número de ofertas possível para encontrar aquela que é mais vantajosa para você. Pensando nestas duas etapas do processo, a gente separou alguns fatores que você deve considerar em cada uma delas.

Para a escolha do tipo de empréstimo…

Pré-requisitos: profissionais autônomos, por exemplo, não têm acesso ao crédito consignado. Da mesma forma, quem não tem imóvel ou veículo não pode fazer um refinanciamento. Para não perder tempo, confira os pré-requisitos de cada modalidade e faça uma simulação apenas daquelas que fazem sentido para você.

Rapidez: para quando você precisa do dinheiro? Como não exige nenhuma garantia, o empréstimo pessoal é do tipo pá-pum. Isto é, depois de fazer uma simulação, você recebe rapidinho um orçamento, consegue contratar e, em pouco tempo, o dinheiro cai na sua conta. Já os refinanciamentos, dependem das avaliações dos bens.

Riscos: planejar-se para pagar as parcelas em dia é fundamental antes de contratar qualquer empréstimo. De qualquer forma, vale a pena pensar nos riscos envolvidos em caso de inadimplência. A modalidade menos arriscada é o empréstimo pessoal. Visto que, no refinanciamento, você corre o risco de perder o imóvel ou veículo. Quanto ao empréstimo consignado, em caso de demissão, o valor pode ser descontado do acerto.

Taxas de juros: se você atende aos pré-requisitos de mais de uma modalidade de empréstimo. Tem tempo de esperar e já avaliou os riscos. Optar pela opção com a menor taxa de juros pode ser uma forma de chegar ao melhor empréstimo. Contudo, preste atenção a todos os fatores citados.

Para a escolha da oferta de empréstimo…

Custo Efetivo Total (CET): depois de escolher o tipo de empréstimo, é hora de comparar as ofertas. Além das taxas de juros mensais, avalie todas as cobranças e encargos, ou seja, o chamado CET. As empresas são obrigadas a dar esse percentual para você.

Prazo para pagamento: não adianta nada o CET ser vantajoso se o prazo para pagamento for é curto. E as parcelas não couberem cabem no seu orçamento. Pagar taxas um pouco maiores ainda sai mais em conta do que atrasar o pagamento e ter que lidar com juros e multas por atraso.

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