Greve dos caminhoneiros tem o intuito de reivindicar direitos básicos para a categoria, de acordo com a pauta divulgada

O movimento da greve dos caminhoneiros, que deve iniciar em 1 de fevereiro, ganhou apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL). Essa organização tem 800 mil motoristas e orientou todos a aderirem a greve dos caminhoneiros.

Embora agora apoie o movimento, até pouco tempo atrás a CNTTL mantinha um diálogo com o governo federal tentando entrar em um acordo. De acordo com o porta-voz do órgão os motoristas não “suportam” a insensibilidade do governo de Jair Bolsonaro e do STF sobre as reinvindicações .

Ainda de acordo com ele os reajustes da tabela do piso mínimo de frete, que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que foi de 2,51%. Enquanto o preço de pneus nacionais e importados foi de 60%. O Ministério da Infraestrutura declarou que não irá receber nenhum órgão que fale sobre indicativo de greve.

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Qual a pauta da greve dos caminhoneiros?

De acordo com o presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), a discussão sobre a nova greve acontece desde dezembro. E ele diz que o principal motivo é o descaso do Ministério da Infraestrutura e o setor tem cerca de dez reclamações em pauta.

Entre os itens da pauta está o valor do diesel, a Petrobras anunciou a segunda alta em duas semanas nos combustíveis. A alta do diesel será de 4% e a da gasolina será de 5%.

Além disso a lei criada em 2018, por causa da greve, que estabelecia o valor mínimo do frete, já que a tabela teve um reajuste negativo. O valor do diesel também afetou essa parte já que o combustível teve uma baixa no valor, mas depois voltou a subir e não houve reajuste nos valores do frete para cobrir esse aumento.

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Greve dos caminhoneiros de 2018

Em 2018 os caminhoneiros se uniram em uma greve para protestar contra os preços do diesel. O combustível tinha subido mais de 50% em um ano e a paralização durou dez dias. Além disso eles também exigiam uma tabela fixa mínima nos valores de frete.

Durante os dias de protesto os caminhoneiros pararam em rodovias e as cargas não chegaram aos seus destinos. Cargas vivas, como aves por exemplo, criaram polêmica pois não tinha alimento e muitos morreram. Além disso alguns grupos de manifestantes começaram a expressar apoio a um possível golpe militar.

Os caminhões de transporte de combustível parados nas rodovias causaram uma crise de abastecimento em todo o país. Era possível encontrar filas intermináveis nos postos, bem como pessoas indo a pé para encher galões. Na Bahia, por exemplo, a Fecombustíveis afirmou que pelo menos 90% dos postos estava sem produtos.

Entretanto depois de alguns dias, com as negociações do governo com representantes da categoria e o exército entrando em ação para desobstruir as rodovias a situação começou a voltar para normalidade, aos poucos. começou a voltar para normalidade, aos poucos.

A greve dos caminhoneiros que aconteceu em 2018 começou no dia 21 de maio e terminou só no dia 30 do mesmo mês.

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