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O que é melhor para mim sendo empreendedor(a)?

O que é melhor para mim sendo empreendedor(a)?

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Pessoa física ou pessoa jurídica: entenda a diferença entre as modalidades e saiba qual tem mais a ver com você, empreendedor(a).

Quando se trata de criatividade, a gente sabe que o Brasil é o país número 1 no ranking da categoria. Essa malemolência que temos para dar asas às nossas ideias e criar verdadeiros negócios lucrativos é digna de dar inveja em qualquer país. E não somos nós que estamos falando isso!

Segundo pesquisa do GEM (Global Enterpreneuership Monitor), o ano de 2018 foi particularmente importante para quem se aventurou no negócio próprio e virou empreendedor(a). Cerca de 52 milhões de brasileiros se envolveram em atividades do tipo, e esta tendência segue até os dias de hoje.

Com o nível de desemprego atingindo 13,4 milhões de brasileiros, se existe um momento importante para se dedicar a outras áreas de trabalho, é este. Que tal investir na sua própria empresa? A gente sabe que não é um negócio exatamente barato, e é para isso que existem os empréstimos, tanto para pessoa física, quanto pessoa jurídica.

Como o próprio nome sugere, são dois tipos diferentes de transação. E, dependendo da situação da sua empresa, um pode acabar sendo mais vantajoso que o outro. Então, vamos te explicar tintim por tintim, para que você entenda qual é a melhor opção para o seu caso. Vem com a gente?

Empreendedor(a) fazendo empréstimo como pessoa física

Existe uma principal diferença entre os pedidos solicitados por pessoas físicas e por pessoas jurídicas: as taxas de juros e a finalidade do dinheiro. O empréstimo para pessoa física engloba diversos tipos, como o crédito pessoal e o consignado. Basicamente, é o crédito “tradicional”, em que você solicita o dinheiro para algum uso pessoal, seja lá qual for.

Só para deixar claro, a pessoa física refere-se a um ser humano, um indivíduo. Ou seja, é você! Fazer um empréstimo como pessoa física é pensar em você diretamente.

Dentro desse cenário, tente fugir dos créditos que têm maiores taxas. Modalidades como o cartão de crédito e o cheque especial podem ser uma grande roubada e acabar te deixando mais endividado ao invés de te ajudar.

Sempre que possível, recorra ao crédito consignado ou ao empréstimo pessoal – as taxas são mais baixas em comparação às outras. Vamos combinar que você não precisa criar uma dívida maior para organizar a sua vida financeira.

Além disso, pesquise certinho para que você vai usar esse dinheiro e invista de forma correta. Se você tiver alguma dúvida, saiba que nós podemos te ajudar.

Aqui na FinanZero, você pode fazer uma simulação de empréstimo pessoal e encontrar as melhores alternativas com os nossos parceiros. Basta escolher o valor que precisa e em quantas parcelas pode pagar – comprometendo até 30% do seu rendimento mensal, heim? – e simular!

Documentos necessários

Para solicitar seu empréstimo como PF, separe os seguintes documentos:

  • RG;
  • CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Comprovante de renda.

E procure se informar na instituição financeira que você escolheu quais são os outros documentos que você precisará. Caso o destino do seu empréstimo seja a aplicação na sua empresa, então a melhor alternativa é recorrer ao empréstimo a pessoa jurídica.

Empreendedor(a) fazendo empréstimo como pessoa jurídica

Se a sua intenção é investir na sua empresa, não hesite em pedir o empréstimo para pessoa jurídica. A gente sabe que toda organização empresarial tem um momento em que precisa aplicar mais dinheiro.

Por vezes, é preciso comprar novos materiais, expandir o espaço ou qualquer outra coisa relacionada ao negócio. É aí que fica uma das diferenças em relação à pessoa física: normalmente, o crédito aqui será concedido com a finalidade de ser investido na empresa.

Não funciona para fins pessoais, e deverá ser investido em melhorias para o negócio. Assim, pode ser utilizado com compra de equipamentos, pagamento de dívidas, capital de giro entre outros.

Se a sua intenção é investir no desenvolvimento da sua empresa, vale muito mais a pena solicitar o empréstimo pelo CNPJ. Isso, porque os juros são bem mais baixos que os concedidos à pessoa física, e o período de pagamento pode ser maior. Além disso, como você tem um objetivo ao solicitar esse empréstimo, ele é mais direcionado e tem maiores chances de ser aprovado.

Tudo depende do plano de negócio que você vai apresentar – e esse é um dos documentos mais importantes. No caso do PJ, é preciso mostrar para o banco qual será a finalidade do dinheiro.

Uma modalidade muito comum é o Capital de Giro – ou seja, um valor básico para que a empresa continue operando. Com esse empréstimo, é possível pagar salários, quitar dívidas, comprar equipamentos e tudo o que envolve resolver as questões financeiras do cotidiano.

Outros empréstimos para PJ

Existe também o Crédito Rural, para empresa no setor do agronegócio, especificamente. Já o Crédito para MEI, é destinado a quem precisa de um incentivo para começar a investir na própria empresa.

É preciso ter na ponta do lápis todos os números relacionados ao seu negócio – afinal, ainda se trata de uma modalidade de crédito, então é preciso comprovar a sua capacidade de pagar o empréstimo. Caso contrário, o pedido não será aprovado.

Documentos solicitados

Para solicitar o seu empréstimo como PJ, separe:

  • Plano de negócios;
  • Contrato social;
  • Balanço patrimonial;
  • Balancete analítico;
  • DRE (Demonstrativo de Resultados de Exercício).

Neste caso, também vale se informar sobre quais documentos o banco vai precisar. O ponto mais importante é comprovar que sua empresa não oferece risco e que vai conseguir arcar com as parcelas do empréstimo.

Ficou com mais alguma dúvida sobre empreendedor? Deixe nos comentários, e não se esqueça de seguir a FinanZero nas redes sociais: @finanzero no Instagram, /FinanZero no Facebook e @finanzero no Twitter.

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