Entrar no vermelho para sair do vermelho?Não exatamente. Te explicamos de forma simples porque algumas dívidas são melhores que outras e as vantagens de fazer um novo empréstimo

A sua saúde financeira é como a saúde biológica: tudo depende da época e de como você se cuida. Quando o período de gripe está chegando, você toma vacina; mudou a estação, melhor ficar esperto com a imunidade. Para algumas mudanças é mais fácil antecipar e estar preparado, mas outras chegam como uma virose e te pegam desprevenido.

Fazer dívidas funciona mais ou menos assim. Primeiro você começa com uma ou outra compra que “ah, tudo bem, logo eu consigo pagar”. E isso pode virar uma bola de neve que vai te atrapalhar – e muito – a vida. Se você já chegou nessa situação, é hora de tomar uma decisão e tentar resolver. Que tal pedir um empréstimo?

A aquisição de um empréstimo para sair do vermelho pode parecer uma ideia ruim – afinal, você vai fazer mais dívidas para pagar sair do vermelho. Mas, calma, não é bem assim e vamos te explicar direitinho quais são as vantagens dessa transação.

Primeiro que ficar no vermelho não é uma boa ideia para ninguém. Diminuir o número do seu score e ficar com o nome sujo não tem lá muitas vantagens, então, tentar resolver essa situação o mais rápido possível é o ideal. Como falamos aqui, existem diversas categorias de crédito:

Existem diversas categorias de crédito:

  • o pessoal;
  • o cartão de crédito;
  • cheque especial,;
  • refinanciamento de automóvel;
  • o refinanciamento de imóvel, entre outros. Cada um tem a sua particularidade e detalhes que podem fazer toda a diferença para o seu bolso. 

Cada um tem a sua particularidade e detalhes que podem fazer toda a diferença para o seu bolso. 

Dívida é dívida?

Não, e é hora de usar isso ao seu favor. Existem diversos tipos de dívidas, e aquelas que têm altas taxas de juros são prioridade na hora de quitar. Pedir um empréstimo para pagar esses débitos não é trocar seis por meia dúzia, e sim fazer um ótimo negócio. 

Duvida? Olha só: se você pagou o mínimo da sua fatura no cartão de crédito e entrou no rotativo, a taxa de juros gira de 15%. Se está no cheque especial, esse valor gira em torno de 13,45%. Por outro lado, você sabe qual é a porcentagem de juro de um refinanciamento de automóvel? A partir de 1,69% a.m. De imóvel? A partir de 1,09% a.m. Essas taxas são muitos menores e, portanto, muito mais em conta do que outros formatos. É uma conta que fecha e que cabe no seu bolso, com o melhor custo-benefício. Pesquise quais são as suas dívidas e tente liquidar as que têm maior taxa de juros. 

Tempo é dinheiro

Além da taxa, outros fatores que contribuem muito na hora de levar os empréstimos em consideração são os prazos de pagamento e as parcelas. No caso do refinanciamento de automóvel, as parcelas podem chegar em até 48 meses e o valor do empréstimo é de até 70% do valor do seu carro. Nada mal, não é? Se você tem um veículo no seu nome e está com todos os documentos certinhos e atualizados, peça aqui um refinanciamento do seu bem!

Já o refinanciamento de imóvel, pode ajudar quem precisa de valores mais altos, afinal, a liberação começa com o mínimo de R$ 30 mil. Esta modalidade é perfeita para quem quer muitas parcelas – é possível resgatar até 60% do valor do seu imóvel e pagar em até 20 anos! Ou seja, se você tem um imóvel de R$ 500 mil reais, seu empréstimo pode chegar a R$ 300 mil, e você terá 240 meses para pagar, e com juros a partir de 1.09%. É muito mais negócio do que pagar 15% de juros no cartão de crédito, não é?

Dentro do seu limite para sair do vermelho

A dica de ouro é sempre – sempre! – deixar as parcelas de suas dívidas dentro do que você pode pagar. Aqui, mais uma vez, entra o planejamento: sabendo quanto entra e quanto sai mensalmente da sua conta, é possível fazer cálculos mais exatos e separar aquela graninha para quitar as parcelas dos empréstimos

Mais tempo e menos dinheiro é a melhor pedida para os endividados – por isso, pegar um empréstimo para pagar suas dívidas maiores vale muito a pena. O importante é não desistir e jogar tudo pra cima, pois sempre existe uma solução que pode te ajudar. E nada de pensar em ficar sem pagar, heim? Essa é a pior solução de todas, pois vai impactar diretamente na sua qualidade de vida. Com o seu CPF irregular, fica difícil para você fazer atividades básicas como alugar um imóvel, se inscrever numa universidade, pegar outro empréstimo e, no caso de refinanciamentos, corre o risco de perder o seu bem. Uma chateação dessa por falta de planejamento é desnecessária, não é mesmo?

Procure as melhores opções de empréstimo, troque os mais caros pelos mais baratos, parcele o máximo que puder e se adeque ao pagamento. Quitar as dívidas e viver em paz é a melhor solução para sua mente e bolso, assim como evitar novos déficits também. Hora de virar a página e começar uma nova história com as suas finanças!