PIX para pessoa jurídica: como funciona, qual o limite e qual valor é cobrado por esse serviço para empresas que desejam utiliza-lo

O sistema de pagamento PIX é muito utilizado, segundo dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) a opção de pagamento já é a 2° (segunda) mais utilizada pelos brasileiros nas contas à vista. Dado que mostra como o meio facilita as transações e contribui para pagamento mais simples, fáceis e seguro de ser utilizado.

Com isso, dúvidas podem surgir na população a respeito do PIX para pessoas jurídicas e o se funcionamento. Então, abaixo estão as principais questões sobre o assunto a fim de sanar as eventuais questões que podem surgir entre os usuários do sistema.

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Como funciona o PIX para pessoa jurídica?

O PIX, sistema lançado em 2020 pelo Banco Central, surge com o intuito de facilitar as transações bancárias. Dessa forma, com a nova opção de pagamento é possível realizar e receber transferências em qualquer horário e nos dias úteis ou não da semana. As transações são realizadas por meio de chaves, onde não é necessário informar todos os dados bancários da conta para o pagador.

O sistema de pagamento pode ser usado tanto por pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas, desde que possuam conta em bancos que possuem o PIX como opção de serviço. As transações podem ser realizadas entre os seguintes segmentos:

  • Pessoas físicas;
  • Empresas e pessoas físicas;
  • Entre empresas;
  • Pessoas e Governo;
  • Empresas e Governo;

Para pessoas jurídicas o PIX possui algumas questões que o diferem da opção para pessoas físicas, como a quantidade de chaves que funciona da seguinte maneira:

  • Pessoas físicas podem cadastrar até 5 chaves;
  • Pessoas jurídicas podem cadastrar até 20 chaves;

Contudo, só podem ser cadastradas várias vezes as chaves aleatórias, já que o e-mail, celular e CPF só podem ser utilizados como chave uma única vez. Além da quantidade de chaves, o limite do PIX e o valor também são questões que o diferem da opção para pessoas físicas.

Qual o limite do PIX para pessoa jurídica?

Segundo o Banco Central, o PIX para pessoa jurídica possui um limite para diminuir as possíveis fraudes e esse limite é definido por cada instituição que possui o sistema como forma de pagamento. Dessa forma, cada banco irá definir os limites para as transferências realizadas por PIX sendo necessária a consulta do banco utilizado pelo cidadão.

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Qual o valor do PIX para pessoa jurídica?

O PIX para pessoas jurídicas possui sua gratuidade determinada pelas instituições financeiras, o que significa que cada uma pode cobrar um determinado valor sobre as transações que são realizadas por meio dele. A cobrança sobre o PIX pode ocorrer da seguinte maneira:

Taxas cobradas por transferências:

  • Banco do Brasil: 0,99% do valor da transação, tarifa mínima de R$ 1 e máxima de R$ 150;
  • Santander: 1% do valor da transação, tarifa mínima de R$ 0,50 e máxima de R$ 10;
  • Itaú: 1,45% do valor da transação, tarifa mínima de R$ 1,75 e máxima de R$ 9,60;
  • Bradesco: 1,0% do valor da transação, tarifa mínima de R$ 1,65 e máxima de R$ 9;
  • Safra: 1% do valor da transação, tarifa mínima de R$ 1,50 e máxima de R$ 9,90;

Taxas cobradas por recebimentos:

  • Banco do Brasil: 0,99% do valor da transação, com tarifa máxima de R$ 140;
  • Santander: 6,54% do valor da transação para QR Code estático ou dinâmico, 1,4% para QRCode via Checkout, com tarifa mínima de R$ 0,95;
  • Itaú: 1,45% do valor da transação, tarifa mínima de R$ 1 e máxima de R$ 150;
  • Bradesco: 1,4% do valor da transação, tarifa mínima de 0,90 e máxima de R$ 145;
  • Safra: 1,3% do valor da transação, tarifa mínima de R$ 1,90 e máxima de R$ 150;

Além disso, algumas instituições não cobram taxas pelo PIX realizado por pessoas jurídicas.

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E então, restou mais alguma dúvida sobre qual o valor do PIX para pessoas jurídicas? Se sim, deixe aqui o seu comentário que nós lhe ajudamos.

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