A alfabetização financeira garante o melhor rendimento do seu dinheiro; saiba mais

Hoje é celebrado o Dia Mundial da Alfabetização. A data é importante para o Brasil, que ainda tem pelo menos 11 milhões de adultos que não sabem ler nem escrever.

Os dados são do IBGE e envolvem esse “pelo menos” por causa do analfabetismo funcional, termo que descreve pessoas que sabem ler, mas não conseguem compreender o que leem.

Além disso, inclui também o analfabetismo numérico, cujo nome já diz muito: é a dificuldade em ler e interpretar números.

Esses termos não devem ser muitos novos para você, certo? Mas e alfabetização financeira? Você já ouviu falar?

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Analfabetismo financeiro: o que é?

Há quem associe alfabetização financeira com educação financeira. É justamente dessa relação semântica que o termo surgiu, primeiramente em pesquisas internacionais.

De forma básica, esses estudos listam essas quatro características em pessoas que são alfabetizadas financeiramente:

  1. Entender conceitos financeiros. Isso varia dos mais comuns, como PIB, IR e FGTS, por exemplo, aos mais complexos, como IPCA e CDB;
  2. Saber administrar as finanças pessoais. Na prática, conseguir gerenciar o quanto ganha em relação ao quanto gasta da melhor maneira;
  3. Ter capacidade de decidir questões financeiras. Por exemplo: avaliar se é melhor pagar à vista, tendo desconto, ou parcelado, sem juros;
  4. Ser capaz de planejar as finanças futuras. Isso inclui saber quanto vai ganhar e conseguir projetar quanto vai gastar – o que envolve, também, alguns imprevistos! Eles fazem parte do planejamento 🙂

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Eu sou alfabetizado financeiramente?

É, dá para ver pelo tanto de conceito (e pela complexidade de cada um deles) que o nível de alfabetização financeira varia.

Especialistas indicam que o ideal é você ser capaz de aplicar os quatro blocos que a gente citou anteriormente de forma simplificada no seu dia a dia.

Ou seja, conseguir administrar da melhor maneira possível o seu dinheiro, o que, infelizmente, nem sempre quer dizer dinheiro sobrando!

No entanto, quer dizer saber priorizar o que é relevante e imprescindível pagar.

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E como eu posso aprender mais sobre educação financeira?

Alguns aprendizados são simples para a alfabetização financeira: basta colocar tudo na ponta do lápis e fazer cálculos, entendendo o que é mais relevante dentro da sua realidade.

Aqui no blog da FinanZero, por exemplo, esse tema é bem recorrente.

E há, além disso, instituições que dão aulas gratuitas sobre o tema. Confira algumas aqui.

Quer saber mais sobre educação financeira? Conte sua dúvida para gente nos comentários 😉

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