Modalidade vantajosa para quem deseja obter um bem em conjunto, a venda por consórcios aumentou durante a pandemia

Mesmo com a crise econômica causada pela pandemia do coronavírus, a venda de consórcios aumentou significativamente no Brasil em 2020. Os dados foram divulgados pelo Sistema de Cooperativas Financeiras (Sicoob) e de acordo com a pesquisa, no ano passado foram comercializadas aproximadamente 80 mil cotas.

Isto é, houve um crescimento de 13,2% desse segmento se comparado ao ano de 2019. Por isso, devido a essa considerável ampliação de buscas pelo consórcio, a FinanZero decidiu reunir nesse post as principais vantagens em investir nessa modalidade.

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O que é um consórcio?

Em resumo, o consórcio é uma espécie de financiamento em grupo ou em conjunto. Na prática, um grupo de pessoas é composto pelo interesse em obter um mesmo bem, como por exemplo, um veículo. Nesse caso, todos os envolvidos do grupo contribuem para um fundo que tem por objetivo cobrir eventuais despesas durante a aquisição do automóvel.

Mensalmente, os contribuintes do fundo são reunidos em assembleias onde os resultados são divulgados. Então, um sorteio é feito para apresentar os consumidores que poderão utilizar o crédito investido. Assim, o grupo concorre em igualdade ao direito de utilizar o valor disponível no fundo de reserva.

Além disso, caso o consumidor não queira esperar até o final do sorteio para ser contemplado, também é possível dar lances. Desse modo, esse processo funciona como uma espécie de leilão onde o consumidor que der o maior valor, adquire o direito de levar a carta de crédito da vez.

Quais são os tipos de consórcio e qual escolher?

Quais são as vantagens do consórcio?

As vantagens do consórcio são inúmeras, portanto, abaixo estão listadas as principais:

Não é necessário pagar entrada

Por se tratar de uma modalidade de autofinanciamento, uma das grandes vantagens do consórcio é o fato de não precisar pagar entrada. Em tese, o cliente só precisa fazer o pagamento das parcelas que são pré-estabelecidas sem a preocupação de ter uma parte do valor em mãos para dar de entrada.

Lance embutido

Ao contrário do lance fixo onde os consorciados oferecem lances em cima de um percentual pré-estabelecido, no lance embutido o cliente consegue usar a própria carta de crédito para compor seu lance de forma mais competitiva. Nesse sentido, mesmo sem ter o dinheiro em mãos é possível oferecer lances e receber o desconto apenas no montante total da carta de crédito.

Além de aumentar as chances de contemplação, o lance embutido também possibilita aos consorciados a opção de não depender dos sorteios para conseguir obter o bem desejado. É válido ressaltar que no lance embutido o cliente consegue ter uma quantia mais alta para fazer sua proposta, aumentando assim, sua possibilidade de superar os demais lances.

Não há cobrança de juros

Conforme mencionado, por se tratar de uma espécie de “financiamento em conjunto”, no consórcio não é aplicado nenhum tipo de juros em relação a compra do bem. Isso porque, a compra é feita com os recursos investidos pelos próprios integrantes do grupo, ou seja, os consorciados.

Entretanto, para que haja segurança do valor em algum caso de imprevisto, por exemplo, algumas taxas podem ser cobradas. Sendo elas:

  • Primeiramente, a taxa da administração;
  • Em seguida, a de adesão;
  • Também podem ser aplicadas taxas pelo fundo comum e de reserva;
  • Por fim, caso os clientes optem por seguros, o consórcio pode prever essa escolha.

Crédito flexível

Desde que invista em algum bem de mesma categoria do grupo, o consorciado possui liberdade de escolha. Isso porque, é possível escolher onde, quando e o que comprar. Só pra exemplificar, caso o consumidor opte por fazer um consórcio de imóveis, o mesmo pode decidir como o investimento será feito na aquisição desse bem.

Então, ainda que esteja na categoria do grupo de obter um imóvel, o cliente contemplado pode decidir qual o modelo que deseja comprar, onde acha mais vantajoso investir e quando pretende fazer a aplicação do crédito. Ainda que funcione como uma modalidade em grupo, depois que a contemplação é feita o cliente possui a liberdade de escolher o que faz mais sentido para si.

Poder de compra do bem

É normal que após um certo período, os preços de bens e serviços sofram variações no mercado devido a mudanças no cenário econômico do país. Como é o caso da taxa selic (atualmente em 3,50%), por exemplo, que ao sofrer variações impacta diretamente em diversos segmentos de negócio.

No consórcio, porém, o cenário é diferente. Durante o o plano de consórcio, são feitos reajustes nas prestações a fim de que a carta de crédito do cliente tenha o poder de compra atualizado. Dessa forma, o valor total do bem se mantém o mesmo de quando o grupo foi iniciado, e o consorciado não corre o risco do dinheiro investido não acompanhar as oscilações de inflação.

O que é um consórcio e como ele funciona?

Vale a pena fazer um consórcio?

Para responder essa pergunta, é muito importante que todos os pontos levantados nesse post sejam levados em consideração. A dica é que o cliente sempre priorize algumas questões, tais como:

  • Tenho urgência para comprar um bem?
  • Não ter taxa de juros é o critério mais importante para mim?
  • Prezo por prestações mais altas?
  • Tenho um valor pré-estabelecido para investir na entrada?

Respondendo essas e outras perguntas o cliente consegue decidir se a modalidade de consórcio é a mais adequada para o que ele procura. Nesses casos, não tem resposta certa ou errada pois os objetivos de cada um são diferentes.

Portanto, vale sempre a pena procurar por um suporte necessário. Dessa forma, é possível adequar com um especialista, se o investimento do consórcio é uma opção viável de acordo com o perfil do consumidor.

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Por fim, ficou com dúvidas sobre o consórcio? Se sim, deixe aqui nos comentários que a FinanZero te ajuda.

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