Pesquisa sobre a Black Friday demonstra preferencia do pública em compras online, devido ao isolamento social ainda em vigor

A Black Friday é um feriado típico dos Estado Unidos da América (EUA), que ocorre sempre no dia seguinte a Ação de Graças. Contudo, a tendência que refere-se a consumir produtos diversos do mercado com descontos chegou com tudo no Brasil. E se instalou culturalmente como um momento de fazer as compras do fim de ano.

A pesquisa oficial Black Friday 2020, elaborada pela área de Inteligência de Mercado da Globo, consta que 68% dos entrevistados disseram ter o costume de fazer compras nesta data.

Contudo, entre os entrevistados, 42% têm planos de fazer compras neste ano. Entre os que não sabem (35%) ou não pretendem comprar (23%), 8 em cada 10 mudariam de ideia se pudessem ajudar a manter empregos.

Em relação aos que pretendem fazer compras, 65% dizem que querem comprar algo para se presentear.

Já 51% querem priorizar marcas que fizeram algo positivo na pandemia. A maior parte (55%) também relatou que utilizará canais físicos e digitais para as compras, dando maior preferencia aos digitais devido a pandemia. Outros 29% pretendem comprar exclusivamente pela internet e 16% somente em lojas físicas. Foram entrevistados cerca de três mil consumidores.

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Black Friday mais digital

2020 foi marcado pela pandemia causada pelo Covid-19. Como medida de enfrentamento necessária, o isolamento social está sendo proposto para todas as pessoas que não possuem serviços essenciais.

Entretanto, conforme os meses foram passando, e a quarentena se estendendo, os comércios tiveram que se reinventar para não quebrarem perante a essa nova realidade.

A maioria das lojas grandes, assim como Magazine Luiza, disponibilizaram um espaço para comerciantes de pequeno porte em seu e-commerce. Esse recurso é necessário nesse momento, para tentar, também, compensar as perdas do setor no ano.

De acordo com dados da Ebit/Nilsen o aumento no comércio eletrônico, na Black Friday, pode ser grande. Chegando a uma alta de 27%.

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Como serão os descontos?

A população enfrenta alguns desafios, como:

  • pandemia;
  • isolamento social;
  • alta do dólar.

Dessa forma, o setor de serviços, que está em risco, e o comércio tentam compensar as perdas.

Mas descontos reais são difíceis, até mesmo insumos e embalagens estão em falta devido a escalada do dólar.

A tendência de descontos menores também deve acontecer porque comerciantes devem diluí-los durante o mês, para evitar as aglomerações em lojas físicas no dia 27 de novembro.

A projeção de descontos para eletrônicos, por exemplo, é que até 26% deles tenham um desconto superior a 5%. O crescimento de vendas em valor deve ser de 9% a 12%.

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O que é?

A Black Friday acontece na quarta sexta-feira de novembro, no dia seguinte a ação de graças, feriados típicos norte americanos. Nesse dia as lojas nos Estados Unidos dão descontos de, pelo menos, 50%.

A história do feriado é incerta, existem algumas teorias, mas nenhuma é garantida como a verdadeira.

Na primeira, os policiais na Filadélfia nos anos 60 teriam começado com o termo Black Friday. Por conta do feriado prolongado as ruas ficavam cheias e os lojistas viram ali uma oportunidade de atrair clientes.

Na segunda teoria, os donos de fábricas nos anos 50 a chamavam o dia assim por causa do feriado, pois os funcionários não iam trabalhar.

No Brasil esse é o décimo ano em que ela acontece e promete incentivar a economia que precisa de incentivo depois da queda do auxílio emergencial.

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