Aposentadoria e pensão formam a renda regular dos idosos; desemprego aumenta pressão financeira sobre esse grupo

Segundo pesquisa divulgada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), a morte de idosos provoca uma queda média de 20% na renda dos lares do Brasil.

Há, no entanto, casos em que pode chegar a 100%. São as situações nas quais os idosos são os únicos com renda na família.

Além disso, 74% das mortes por covid são de pessoas idosas. Enfim, cerca de 113 mil. No Rio de Janeiro, por exemplo, três a cada quatro mortos por coronavírus são idosos.

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O papel do desemprego sobre os idosos

Entre o primeiro e o segundo trimestre de 2020, o desemprego subiu de 11,6% para 13,8%. Ao mesmo tempo, o número de lares chefiados por pessoas idosas com dependentes aumentou em 541 mil, segundo o iDados.

Para piorar, em setembro o desemprego fechou em recorde de 14,4%. Com isso, o peso financeiro sobre os idosos aumenta. Afinal,

  • 35% dos domicílios brasileiros têm pelo menos um idoso; e
  • Em 18,1% deles, eles são os únicos com renda na família.

Sendo a única renda da família, eles têm sido obrigados a gastar suas aposentadorias ou pensões no sustento integral dos dependentes.

Além de preocupante em função da dependência do grupo, considerado de risco em relação ao corona, aumenta a tendência de inadimplência de idosos.

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Entre mais ricos, idosos são quase 18%

Dos 5% mais ricos do Brasil, 17,44% são idosos, de acordo com estudo da FGV Social. Isso porque a maioria deles têm renda regular, que garante estabilidade às famílias.

Por outro lado, entre os 5% mais pobres, os idosos são apenas 1,67%.

No entanto, com a pandemia de coronavírus sendo ainda mais impactante sobre eles, a preocupação é que a morte desses cause o empobrecimento de muitos lares Brasil afora.

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Renda regular: o que é?

Como a maioria dos idosos no Brasil ganha aposentadoria e/ou pensão, eles têm a chamada renda regular. Ou seja, todo mês, recebem o mesmo valor, o que garante estabilidade financeira.

Com renda regular, têm mais acesso a crédito, por exemplo. Além disso, por serem historicamente menos inadimplentes, têm melhores taxas de juros.

No entanto, com o desemprego em alta e cada vez mais peso sobre os idosos para custear as contas da casa, a taxa de inadimplência entre esse grupo tem aumentado.

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